Covardia

terça-feira, 8 de novembro de 2011

COVARDIA
"José sofria o abandono e Maria também
Viviam assim distantes e choravam por um alguém...
O destino os uniu e um grande amor floresceu
A dor de ambos foi embora e a felicidade aconteceu.
Viveram uma paixão alucinada
Um amor que invejava...
De repente, José teve medo de sofrer novamente
E num repente, abandonou Maria e foi embora...
O ser humano é mesmo complexo
E quantas vezes fazemos o inverso
Do que queríamos realmente fazer...
Quem entende esse temor??!!!...
Lutamos tanto pelo amor e o deixamos se perder...
E sofremos, por um medo enorme de sofrer...."
 
(Rose Felliciano)
"Fiz um poema prá mim....
Colorido de amor sem fim
Enfeitado com Açucenas
E alguns toques em  carmim
Flor de Maio, Ninféias
Rosas de uma  eterna primavera
A vida que eu sempre quis....

Um poema  em papel crepom
A família? - Destaque em néon!
E amigos por toda a borda...

A melodia do poema
É feita por coral de anjos
Regida por arcanjos
Cujo Maestro é Deus
Tem o brilho das estrelas
A magia do Luar
A calmaria  de uma brisa
Mesmo tendo o agito do mar...

Tem desejos,
Planos feitos e desfeitos
Mistérios a desvendar!
Sonhos que  ainda vou alcançar...

Tem defeitos, limitação,
Mas tem o poder da oração
E Jesus a me guiar

Tem a vida, tem a fé
O jeito de ser de uma mulher
Que não se deixa  abater

Tem o choro 
Saudade, recordação
E um intenso coração
Que não se cansa de amar

Um poema com alma de uma criança
Tem esperança!
E o eterno acreditar...

Tem você e seu amor
Todo o gosto e sabor
Que tempera minha vida

Teu cuidado, teus carinhos,
Tudo que me faz viver...
É você!
Grande inspiração 
Do meu poema..."
                (Rose Felliciano)

Boa Noite

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

                 





·ï¡÷¡ï· A história mais cantada ·ï¡÷¡ï·



Eduardo E Mônica Legião Urbana
Quem um dia irá dizer que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer
Que não existe razão?

Eduardo abriu os olhos mas não quis se levantar
Ficou deitado e viu que horas eram
Enquanto Mônica tomava um conhaque
Noutro canto da cidade
Como eles disseram

Eduardo e Mônica um dia se encontraram sem querer
E conversaram no começo pra tentar se conhecer
Foi um carinha do cursinho do Eduardo que disse
- Tem uma festa legal e a gente quer se divertir
Festa estranha, com gente esquisita
- Eu não estou legal, não aguento mais birita
E a Mônica riu e quis saber um pouco mais
Sobre o boyzinho que tentava impressionar
E o Eduardo, meio tonto, só pensava em ir pra casa
- É quase duas, eu vou me ferrar

Eduardo e Mônica trocaram telefone
Depois telefonaram e decidiram se encontrar
O Eduardo sugeriu uma lanchonete
Mas a Mônica queria ver o filme do Godard
Se encontraram então no parque da cidade
A Mônica de moto e o Eduardo de camelo
O Eduardo achou estranho e melhor não comentar
Mas a menina tinha tinta no cabelo

Eduardo e Mônica eram nada parecidos
Ela era de Leão e ele tinha dezesseis
Ela fazia Medicina e falava alemão
E ele ainda nas aulinhas de inglês
Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus
De Van Gogh e dos Mutantes
Do Caetano e de Rimbaud
E o Eduardo gostava de novela
E jogava futebol-de-botão com seu avô
Ela falava coisas sobre o Planalto Central
Também magia e meditação
E o Eduardo ainda estava
No esquema "escola, cinema, clube, televisão"

E, mesmo com tudo diferente
Veio mesmo, de repente
Uma vontade de se ver
E os dois se encontravam todo dia
E a vontade crescia
Como tinha de ser

Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia
Teatro e artesanato e foram viajar
A Mônica explicava pro Eduardo
Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar
Ele aprendeu a beber, deixou o cabelo crescer
E decidiu trabalhar
E ela se formou no mesmo mês
Em que ele passou no vestibular
E os dois comemoraram juntos
E também brigaram juntos, muitas vezes depois
E todo mundo diz que ele completa ela e vice-versa
Que nem feijão com arroz

Construíram uma casa uns dois anos atrás
Mais ou menos quando os gêmeos vieram
Batalharam grana e seguraram legal
A barra mais pesada que tiveram

Eduardo e Mônica voltaram pra Brasília
E a nossa amizade dá saudade no verão
Só que nessas férias não vão viajar
Porque o filhinho do Eduardo
Tá de recuperação

E quem um dia irá dizer que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer
Que não existe razão?
"As diferenças sempre vamos encontrar,se fossemos parecidos em tudo não iriamos precisar do outro para aprendermos coisas novas.

A história mais cantada de todos os tempos....
A história de Eduardo e Mônica...
E de casais que aprendem todos os dias a viver e conviver um com o outro."

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Breve novas Postagens!!!!!!!!!!
Aguarde!!!!!!!!!!